
a realidade física da terra
não tem nada a ver com nossas dores
mas pode nos tingir de azul ou lama
ilhas e rios que rendilham as muitas
caras da terra
são transitórios ou falsos tantas vezes
o espetáculo grandioso que é a terra
pedras e curvas geodésicas no espaço
e os movimentos brutos que o homem não entende
vêm de onde não cabem culpas nem lamentos





8 comentários:
esse é daqueles poemas que deviam ser espalahdos por aí, pra que se espelhem ;)
muito bom. beijo :)
.___________querida Adelaide
sem dúvida!
...
"GEA"____________assim como os antigos chamavam a nossa Terra-Mãe_____está repleta de desafiadores enigmas
"onde não cabem culpas nem lamentos"
_________________///
beij0_____tern0
bSemana
Perfeito! Tou levando pro meu blog, tá? Poemas assim precisam ser conhecidos - mesmo que meu espaço esteja tão abandonado! :)
Beijo, querida.
beleza telúrica. sensibilidade cristalina.
belíssimo poema.
beijos...
Culpas e lamentos não cabem , sendo a Terra mãe que acolhe tanto quanto assusta.
Obrigada, Adelaide. Também visitei seu seu blog e é bela sua poesia. A sigo, a partir de agora.
Abraço,
Madalena
sim, belíssimo... grandiosidade natural.
beijos
Lindo. Uma anatomia da terra.
Postar um comentário