quem sabe o tempo que passa numa noite
enquanto o pasto cresce?
desfeita a construção
o mar
aos poucos cobre os campos onde a
guerra traçou em sangue o solo da vigília
no fim do dia
a têmpera das horas cobre a tela
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6 comentários:
Muito bom este poema, Adelaide.Gosto de a ler e de a divulgar...Beijo
Admiro-a, Adelaide! Gosto de sua forma de dizer a vida!
É bom passar por aqui e ler suas inscrições poéticas!...
Deixei um selo para você no meu blog!
Beijos!
Rose.
Como sempre, um belo poema!
Não consegui comentar no Umbigo do Sonho, mas li suas "confissões" e vim agradecê-la por participar da brincadeira. Um abraço carinhoso, e, antecipadamente, bom final de semana! :)
Quem sabe o tempo? Ninguém. Dele, só sabemos que passa.
A tua capacidade de síntese e a leveza dos teus versos sempre me impressionam, Adelaide. Dizem tanto, em tão poucas palavras.
beijos
gosto muito, muito da sua poesia.
este poema é tão belo!
uma inscrição de Vida...
beijo
Oi,
há um poema seu no Balaio.
Abraços.
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