
As palavras ainda roçam o silêncio
quando se abre em nós essa clareira
inquieta do desejo
onde flores de urgência desabrocham
e tudo muda do que antes se dizia
– a boca em sede
a pele de água morna
e as asas ofegando
guiando as mãos vestidas de verão
até que o sangue se transforme
em sol
e as veias nos cintilem sob a pele.
quando se abre em nós essa clareira
inquieta do desejo
onde flores de urgência desabrocham
e tudo muda do que antes se dizia
– a boca em sede
a pele de água morna
e as asas ofegando
guiando as mãos vestidas de verão
até que o sangue se transforme
em sol
e as veias nos cintilem sob a pele.
9 comentários:
assim é a maneira pela qual as palavras da sua poesia iluminam, Adelaide!
Um forte abraço.
Jefferson
Adelaide,
Belas inscrições solares!
Saudades...
Ainda bem que amanhã já é quarta-feira!
Beijos,
Carol
Lindo e luminoso...
Bjs.
Tenho uma amiga que está escrevendo bons poemas:
http://caixadeguardados.wordpress.com/blog
Gostaria de que a conhecesse.
Arquimimo Novaes
Lindo, lindo, lindo!
Muito bonito, Adelaide.
Abraços.
Muito bom! Teje seguida! ;)
Bela imagem poética! Parabéns!
Primaveril! Tempo de desejo, de calor e cor, de viagens da alma, devaneios e sonhos! Beijinhos alados, amiga Adelaide.
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