sexta-feira, julho 05, 2013

Desamparo




O tempo
– nau a se afastar do cais
rumo ao desconhecido –
deixa atracado o bote da memória
sem âncora nem bússola.

7 comentários:

Assis Freitas disse...

a vagar em vagas



beijo

Adri Aleixo disse...

Esse é o poema que retrata a realidade... todos sem exceção deveriam lê-lo!

Beijo, Dade!

Ira Buscacio disse...

O bom é que existe tanto mar, tanto mar...

Belíssimo poema, Dade queridona
bj grande

Luma Rosa disse...

Uau!!
Bote da memória à Deriva com lembranças que se misturam na espuma do mar da vida.
Beijus,

dade amorim disse...

Adelaide pergunta à Luma por que seu blog todo escrito em Inglês? Luminha, me explica?

Enylton disse...

Que belo poema, Dade amiga!

Beijos nossos.

R. Vieira disse...

Assim... Que singelo Dade! Beijos pra ti!