segunda-feira, julho 20, 2009

Insulamento



Antônio Melo. Silêncio.



Hora distante
avulsa
de chuva escura.
A luz em contraponto
se procura
e o vento pulsa em franjas.

O mundo aqui parou
interrompido de ausência.

5 comentários:

Estela disse...

Um abração pelo dia do amigo.

VFS disse...

em ausência

sentem-se as horas do destino.

belas palavras!

Euza disse...

Linda a imagem da ausência como interrupção! E o título, perfeito!
Beijo!

Marcelo Amorim disse...

Texto delicado, esse. Escrito nas franjas do vento?

Jefferson Bessa disse...

fazer pela ausência - um poema que se faz.

Um abraço.