segunda-feira, agosto 06, 2012

Intervalos de abrir a poesia




Intervalos entre uma e outra tarefa
misturam alegria
terra presa nos sapatos
e às vezes uma surpresa inesperada.
Caem frutos maduros sobre as mãos abertas
pingos de chuva
olhares e intenções ao longo das estradas do futuro.
Abre-se o vento pelas portas
e a pele regenerada de carícias
pode se abrir ao amor
nos intervalos entre uma e outra
das incontáveis tarefas de um dia.

6 comentários:

Luiza Maciel Nogueira disse...

que lindo Dade, eu adoro esses intervalos, principalmente quando são escritos tão belamente!

grande beijo

Assis Freitas disse...

e a poesia é esta flor aberta à espera de afago,


beijo

Adri Aleixo disse...

...que delícia, amiga Dade!
Que estejamos sempre atentos a ela...

Beijinho!
P.S. Deixei uma dedicatória a você em meu cantinho.

Ivan disse...

Um poema delicioso como esse, só mesmo você sabe fazer.

Beijos do Ivan.

Daniela Delias disse...

Os dias vividos assim são mais bonitos!

Beijos!

césar disse...

Lindo e delicioso, Dade!

Beijo.