quarta-feira, agosto 22, 2012

Na praia 2



Deitada na areia
olho o céu
diluída numa vertigem
e o céu penetra meus olhos
tudo o que sou
e compreendo
quem posso me tornar.

8 comentários:

Jéssica do Vale disse...

O bom é que existe
a capacidade humana
de modificar-se.

Ser sempre o mesmo
dá nos nervos!

Tania regina Contreiras disse...

O infinito é o nosso destino!
Beijos, Dade.

Enylton disse...

Às vezes essa meditação pode ser bem proveitosa. E que bonito poema!

Beijos nossos, Dade.

Daniela Delias disse...

Uma coisa eu sei: impossível ser mais querida. Parabéns pelo aniversário, Dade. Te admiro muito!

Bjos, carinho

Dani

Assis Freitas disse...

diluir e ser tomado, se tornar




beijo

Aloísio disse...

Descobrir-se a si mesmo é uma condição para vir a ser. Gosto muito desse poema.

Beijos para vocês todos.

teca disse...

Adorei...

Beijo carinhoso.

mfc disse...

Essa certeza é tão bonita!

Beijos,