quarta-feira, novembro 07, 2012

Cena



Da colina
só se viam mar e céu
e uma enganosa placidez
a ondular lá embaixo
enquanto o vento tecia
palavras entre os cabelos
e o poema se erigia em carne.

O tempo da paixão
é o tempo em que se tem tudo a perder.

14 comentários:

Jéssica do Vale disse...

Ou seja o tempo de ganhar!

Assis Freitas disse...

o poema se erige na carne e sangra, às vezes nos olhos


beijo

Tania regina Contreiras disse...

Tudo a perder...e isso é bom! E seus versos me encantam mais e mais. Aqui é passagem obrigatória.
Beijos,

Bia disse...

Tão belo, tão belo!

Bjss

Enylton disse...

Tudo a perder, porém os ganhos são maiores.
Beijos nosso, Dade.

Marcelo R. Rezende disse...

Que lindo lindo lindo!
Tou aqui ainda pensando nessa cena, nas palavras, no amor e em tudo que se perde!

Parabéns, Dade, poema daqueles de marcar a vida <3

Marcelo R. Rezende disse...

Que lindo lindo lindo!
Tou aqui ainda pensando nessa cena, nas palavras, no amor e em tudo que se perde!

Parabéns, Dade, poema daqueles de marcar a vida <3

Antonio Carlos disse...

é quando passamos a enxergar tudo com o coração, um perigo, que possamos sentir sempre, mas ver mais os perigos de fora.

Tatiana disse...

o risco de perder é o que nos impulsiona a manter..

Fred Caju disse...

E o verbo se fez carne.

teca disse...

Sempre intensa... sempre em versos tão sutis...

Feliz domingo!
Beijo, beijo e uma flor.

Ira Buscacio disse...

Onde tudo se perde... será sempre um bom começo
Lindíssimo poema, Dade
Tô de casa nova, te espero lá!
http://umbecochamadocaminho.blogspot.com
bjão

R. Vieira disse...

Ualll!!!!
Que tempo este hein!!!
uma corda bamba,
mas penso que vale arriscar!

(=

Abraço!

Jota Effe Esse disse...

Lindo poema! Parabéns! Meu beijo.